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quarta-feira, 4 de maio de 2011
Bons Skatistas
Quando vemos algum video de um skatista já imaginamos sua queda da tábua com rodinhas, isso é inevitável!
terça-feira, 3 de maio de 2011
Parábola da Videira com Fortes Varas
(Ez 19:10-14)
Esse capítulo encerra uma longa série de profecias e consiste num comovente lamento pela queda da família real de Israel e pela sua total desolação como nação, mostrando que Israel não tem nenhuma esperança de escapar ao juízo divino. A parábola em si é uma extensão da Parábola da vinha do Senhor e da Parábola do pau da videira, de que já tratamos (Is 5:1-7; Ez 15:1-8). Ela também revela a amplitude do vocabulário de Ezequiel. De que riqueza de expressão era dotado! Com grande habilidade, ele passa de leões para videiras.
O sentido exato de “videira na tua vinha” é de difícil conclusão, uma vez que no original se lê “a videira é o sangue”. Certamente não é a mesma “videira [...] de pouca altura” que já vimos numa parábola de Ezequiel (17:6). Temos aqui uma videira forte, notável e excelente. A expressão já foi reescrita deste modo: “Tua mãe é como uma videira a viver no sangue”, ou seja, na vida de seus filhos, ou “quando foste plantada no teu sangue —na tua primeira infância— recém-saída do útero, sem ainda te-res sido lavada” (Ez 16:6). Calvino traduz a expressão por “no sangue das tuas uvas”, que significa “em sua plena força”, assim como o vinho tinto é a força da uva (Gn 49:11).
De uma coisa sabemos: a videira, a principal das árvores frutíferas, é aqui empregada pelo profeta como símbolo de toda a casa real de Judá. Chama-se atenção para a sua posição privilegiada —”plantada junto às águas”—, tendo assim todas as vantagens do crescimento e da frutificação responsáveis pelo poder e pela glória dos seus primeiros monarcas. A menção da antiga respeitabilidade real contrapõe-se tristemente à atual degradação da casa real de Davi (19:13). O lamento do profeta é “De uma vara dos seus ramos saiu fogo que consumiu o seu fruto”, referência à estultícia de Zedequias e às suas trágicas conseqüências (Ez 17). A nação é apresentada como tinha sido até então: uma videira de “espessos ramos”, símbolo do número e dos recursos do povo e de como ela será quando o reino de Cristo encher toda a terra (SI 110:2; Is 11:1). Os “espessos ramos”, contudo, foram arrancados, não secados aos poucos —metáfora da repentina sublevação do povo no juízo da nação, o qual deveria ter produzido arrependimento.
Por fortes varas entendemos aqueles galhos mais robustos que representam os cetros dos reis de Israel, sendo a autoridade desses governantes indispensável ao bem-estar do povo. Como afirma Lang: “Parte do castigo da rebelião é que as pessoas ficam sem guia e sem proteção”, “uma vara”, no singular, sem dúvida refere-se ao último rei, Zedequias, que ocasionou a ruína total para si e para o povo. A quebra e o ressecamento dos galhos aponta para a terrível desgraça da nação quando despojada dos seus governantes. Nesses dias todas as nações precisam de “fortes varas”, reis justos e capazes de governar. De uma vara dos seus ramos saiu fogo significa que o povo acendeu a ira de Deus com seus pecados e sua estultícia. Apresenta-se a “ira do Senhor” contra Judá como a causa de Zedequias ter recebido permissão de se rebelar contra a Babilônia (2Rs 24:20; Jz 9:15). Como comenta Campbell Morgan: “Arrancados furiosamente, cessaram seus fortes governantes, e de seus galhos saiu um fogo destruidor. Em outras palavras, a destruição definitiva de Judá provinha de seus governantes, e a referência é indubitavelmente a Zedequias”.
Esse capítulo encerra uma longa série de profecias e consiste num comovente lamento pela queda da família real de Israel e pela sua total desolação como nação, mostrando que Israel não tem nenhuma esperança de escapar ao juízo divino. A parábola em si é uma extensão da Parábola da vinha do Senhor e da Parábola do pau da videira, de que já tratamos (Is 5:1-7; Ez 15:1-8). Ela também revela a amplitude do vocabulário de Ezequiel. De que riqueza de expressão era dotado! Com grande habilidade, ele passa de leões para videiras.
O sentido exato de “videira na tua vinha” é de difícil conclusão, uma vez que no original se lê “a videira é o sangue”. Certamente não é a mesma “videira [...] de pouca altura” que já vimos numa parábola de Ezequiel (17:6). Temos aqui uma videira forte, notável e excelente. A expressão já foi reescrita deste modo: “Tua mãe é como uma videira a viver no sangue”, ou seja, na vida de seus filhos, ou “quando foste plantada no teu sangue —na tua primeira infância— recém-saída do útero, sem ainda te-res sido lavada” (Ez 16:6). Calvino traduz a expressão por “no sangue das tuas uvas”, que significa “em sua plena força”, assim como o vinho tinto é a força da uva (Gn 49:11).
De uma coisa sabemos: a videira, a principal das árvores frutíferas, é aqui empregada pelo profeta como símbolo de toda a casa real de Judá. Chama-se atenção para a sua posição privilegiada —”plantada junto às águas”—, tendo assim todas as vantagens do crescimento e da frutificação responsáveis pelo poder e pela glória dos seus primeiros monarcas. A menção da antiga respeitabilidade real contrapõe-se tristemente à atual degradação da casa real de Davi (19:13). O lamento do profeta é “De uma vara dos seus ramos saiu fogo que consumiu o seu fruto”, referência à estultícia de Zedequias e às suas trágicas conseqüências (Ez 17). A nação é apresentada como tinha sido até então: uma videira de “espessos ramos”, símbolo do número e dos recursos do povo e de como ela será quando o reino de Cristo encher toda a terra (SI 110:2; Is 11:1). Os “espessos ramos”, contudo, foram arrancados, não secados aos poucos —metáfora da repentina sublevação do povo no juízo da nação, o qual deveria ter produzido arrependimento.
Por fortes varas entendemos aqueles galhos mais robustos que representam os cetros dos reis de Israel, sendo a autoridade desses governantes indispensável ao bem-estar do povo. Como afirma Lang: “Parte do castigo da rebelião é que as pessoas ficam sem guia e sem proteção”, “uma vara”, no singular, sem dúvida refere-se ao último rei, Zedequias, que ocasionou a ruína total para si e para o povo. A quebra e o ressecamento dos galhos aponta para a terrível desgraça da nação quando despojada dos seus governantes. Nesses dias todas as nações precisam de “fortes varas”, reis justos e capazes de governar. De uma vara dos seus ramos saiu fogo significa que o povo acendeu a ira de Deus com seus pecados e sua estultícia. Apresenta-se a “ira do Senhor” contra Judá como a causa de Zedequias ter recebido permissão de se rebelar contra a Babilônia (2Rs 24:20; Jz 9:15). Como comenta Campbell Morgan: “Arrancados furiosamente, cessaram seus fortes governantes, e de seus galhos saiu um fogo destruidor. Em outras palavras, a destruição definitiva de Judá provinha de seus governantes, e a referência é indubitavelmente a Zedequias”.
Inventor cria bicicleta estilizada em homenagem a festival
Didi Senft apresentou em Storkow sua mais recente criação.
Festival europeu da canção acontece na cidade de Düsseldorf.
O inventor alemão Didi Senft apresentou na quinta-feira (17) em Storkow, na Alemanha, sua mais recente criação. Ele construiu uma bicicleta em homenagem ao festival europeu da canção, que acontece no dia 14 de maio na cidade alemã de Düsseldorf.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
CORRIGINDO 20 VELHOS DITADOS
01- "É dando que se ... engravida".
02- "Quem ri por último... é retardado".
03- "Alegria de pobre... é impossível".
04- "Quem com ferro fere... não sabe como dói".
05- "Em casa de ferreiro... só tem ferro".
06- "Quem tem boca... fala. Quem tem grana é que vai a Roma!"
07- "Gato escaldado... morre, porra!"
08- "Quem espera... fica de saco cheio."
09- "Quando um não quer... o outro insiste."
10- "Os últimos serão ... os desclassificados."
11- "Há males que vêm para ... fuder com tudo mesmo!" (essa é ótima!!!)
12- "Se Maomé não vai à montanha... é porque ele se mandou pra praia."
13- "A esperança... e a sogra são as últimas que morrem."
14- "Quem dá aos pobres.... cria o filho sozinha." rsrsrsrsrsr....
15- "Depois da tempestade vem a ..... gripe."
16- "Devagar..... nunca se chega."
17- "Antes tarde do que ... mais tarde."
18- "Em terra de cego quem tem um olho é ... caolho."
19- "Quem cedo madruga... fica com sono o dia inteiro."
20- "Pau que nasce torto... urina no chão."
02- "Quem ri por último... é retardado".
03- "Alegria de pobre... é impossível".
04- "Quem com ferro fere... não sabe como dói".
05- "Em casa de ferreiro... só tem ferro".
06- "Quem tem boca... fala. Quem tem grana é que vai a Roma!"
07- "Gato escaldado... morre, porra!"
08- "Quem espera... fica de saco cheio."
09- "Quando um não quer... o outro insiste."
10- "Os últimos serão ... os desclassificados."
11- "Há males que vêm para ... fuder com tudo mesmo!" (essa é ótima!!!)
12- "Se Maomé não vai à montanha... é porque ele se mandou pra praia."
13- "A esperança... e a sogra são as últimas que morrem."
14- "Quem dá aos pobres.... cria o filho sozinha." rsrsrsrsrsr....
15- "Depois da tempestade vem a ..... gripe."
16- "Devagar..... nunca se chega."
17- "Antes tarde do que ... mais tarde."
18- "Em terra de cego quem tem um olho é ... caolho."
19- "Quem cedo madruga... fica com sono o dia inteiro."
20- "Pau que nasce torto... urina no chão."
domingo, 1 de maio de 2011
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